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CBO Leia MaisAções que facilitam o cotidianoComo facilitar o dia a dia do síndico de condomínio e dos moradores?
Pode não parecer, mas o dia a dia nos condomínios é bastante estressante, tanto para o síndico como para os moradores, caso não haja o investimento em ferramentas ou não sejam adotadas ações que facilitem o cotidiano de todos.Portanto, se você é um síndico de condomínio, preste atenção! No post de hoje listaremos uma série de dicas para facilitar a sua vida, além de gerar mais conforto aos moradores do seu condomínio. 03 dicas para facilitar o dia a dia do síndico de condomínio:1. Tenha um software de gestão de condomínioA utilização de plataformas para a gestão das tarefas do condomínio pode facilitar e automatizar grande parte dos afazeres de um síndico. ERPs, ou Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos da Empresa, em português), são softwares que ajudam na gestão de todos os departamentos de uma empresa e podem ser adaptados para gerir condomínios. Com um software de gestão, você poderá otimizar o seu tempo, fazendo de forma mais rápida e eficiente a gestão da folha de pagamento, controle de entrada e saída dos funcionários, elaboração de contratos de terceirização, etc. Leia MaisCondomínio não será responsabilizado por furto em área comum
De acordo com entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a 12ª Turma Mista Recursal de Goiânia determinou, nesta sexta-feira (26), que o Condomínio Residencial Trinidad Lifestile não é responsável pelo roubo das rodas e pneus do carro do morador Gilmar Falqueiro Júnior. O furto ocorreu no estacionamento do prédio, no período noturno, e o autor do delito não foi identificado.
De acordo com a relatora do processo, juíza Placidina Pires, o condomínio só poderia ser responsabilizado se houvesse previsão expressa na convenção (deliberação em assembleia) ou tivesse serviço de segurança, já que, nessas hipóteses, assume o dever de guarda e vigilância. Para Placidina, não se trata a questão de relação de consumo, como foi inicialmente julgado, pois, nesse caso, o condomínio não tem o dever de guarda e vigilância dos veículos de propriedade dos condôminos.
"Considerando que a existência de porteiro e de câmeras de segurança que não alcançavam o estacionamento não acarretam o dever de guarda e vigilância por parte do condomínio, não há que se falar em relação de consumo", ressaltou Placidina, que foi acompanhada pelos juízes Luís Antônio Alves Bezerra e Lourival Machado da Costa, que também integram a Turma Julgadora.
A ementa recebeu a seguinte redação: "Recurso Cível. Furto Ocorrido no Estacionamento de Condomínio Residencial. Não Configura Relação de Consumo. O Condomínio Não Tem Dever de Guarda e Vigilância. A Convenção do Condomínio não Previu a Obrigação de Indenizar. Câmeras que Não Alcançavam o Local. Serviço de Vigilância Não Contratado pelo Condomínio. Dano Moral Não Caracterizado. 1. Tendo em vista que a convenção (ou assembleia) do condomínio não previu a obrigação de indenizar os danos ocorridos nas dependências comuns do edifício. E mais, considerando que a existência de porteiro e de câmeras de segurança que não alcançavam o estacionamento não acarretam o dever de guarda e vigilância por parte do condomínio, não há que se falar em relação de consumo, devendo ser julgado improcedente o pedido de indenização decorrente de furto ocorrido no estacionamento do condomínio. 2. Na hipótese, em função da inexistência de previsão na convenção (ou assembleia), o condomínio só seria obrigada a indenizar os danos ocorridos nas áreas comuns do prédio se possuísse serviço de segurança, pois, no caso, assume o dever de guarda e vigilância. Recurso conhecido e provido, para o fim de reformar a sentença vergastada e julgar improcedente o pedido indenizatório. Sem ônus sucumbenciais."
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado Goiás
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